Passos Coelho e o Governo apostam na demagogia. Promoveram a medida política a propriedade distributiva da subtracção quando falam da divisão dos subsídios em duodécimos, para enganar os contribuintes. Esperam que as pessoas olhem só para o líquido e achem que os patrões lhes pagam pouco quando é o Estado que lhes confisca muito.
O Governo de Passos Coelho não percebe a preocupação do maior empresário português do calçado, Fortunato Frederico, que para evitar a desmotivação dos operários quer dar um 15º ordenado em Janeiro. A aflição de Passos Coelho é arrecadar logo no 1º trimestre o máximo de impostos, ainda que seja a cobrar sobre o subsídio de Natal do final do ano. Tenta evitar fiasco nas contas logo na Primavera. Não deve ter sorte porque é um Midas ao contrário: desgraça tudo o que toca.
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