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À décima jornada, para variar, ainda não há campeão, como aconteceu no ano passado. E só o tempo dirá se os dois pontos que o FC Porto deixou em Olhão valem mais ou valem menos do que os dois pontos que o Benfica entregou em Braga. É verdade que os líderes se depararam com ocorrências anormais nas suas respectivas empreitadas, porque não é vulgar vermos Hulk a falhar um pontapé de grande penalidade (e a respectiva recarga) e não é de todo comum vermos jogos de Ligas profissionais com 37 minutos de tempo de compensação porque falhou por três vezes a electricidade no moderno e funcional Estádio Axa.

Se em Braga até faltou a água quente para o banho final dos artistas, já em Alvalade talvez faça falta um duche frio para acalmar o estado de euforia reinante depois da vitória sobre os Cajudas de Leiria e nas vésperas da visita à Luz.

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O campeonato está tão bom, tão discutido entre todos que é uma pena ser agora interrompido quando começavam os ânimos a ferver. Está jogado o primeiro terço da prova e, por causa de um senegalês chamado Baba, a equipa-sensação chama-se Marítimo, concordam?

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