Lembremo-nos, mais recentemente, do Estado Novo e da PIDE para uma vez mais homenagear os que tiveram a coragem de não ir com a verdade oficial, mesmo que isso lhes tenha custado a liberdade ou a própria vida. O mesmo se diga dos que não alinharam com a URSS proclamada no seu jornal oficial – PRAVDA (A Verdade).
Assumir-se como dono da verdade e pregar tal palavra na ponta da língua, na ponta da escrita ou na testa, como arma de arremesso aos adversários, tratando-os como mentirosos, revela baixeza moral, arrogância política, insolência social e infantilidade, inaceitáveis numa sociedade democrática adulta, responsável e tolerante.
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