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Tudo indica que serão os vencedores da privatização da ANA – Aeroportos de Portugal. Esta é, pelo menos, a convicção dos demais concorrentes. Alguns já fizeram mesmo as malas para irem gozar as férias de Natal.

O factor preço, um dos critérios fundamentais, dá uma enorme vantagem aos franceses que ofereceram perto de três mil milhões de euros. Uma soma só possível em virtude de o consórcio integrar como accionista um fundo soberano do Qatar. Outra grande ajuda terá sido a assessoria do escritório de José Luís Arnaut.

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