Carlos Rodrigues

Diretor

Bilhete Postal

21 de abril de 2022 às 00:33
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Do ponto de vista interno, a invasão da Ucrânia já tem uma vítima principal.

O Partido Comunista Português resolveu iniciar o processo de suicídio assistido, ao recusar ouvir Zelensky, esta tarde, no Parlamento.

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O PC português usa uma série de argumentos antidemocráticos que reforçam a atualidade do debate em redor do lugar que a extrema-esquerda ocupa no panorama político.

É curioso notar que a recusa em ouvir o argumento de um dos lados da guerra, independentemente de se achar que é ou não o mais acertado, acentua também a urgência de outra análise. A penetração anormalmente alta do discurso pró-Putin nos media portugueses, sobretudo através de militares ou ex-militares. Este facto tem sido relegado para segundo plano, quando na verdade constitui algo que nos deve interpelar: vai ser preciso um escrutínio profundo sobre as motivações em cima da mesa.

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