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Correio da Manhã

Opinião
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Carlos Rodrigues

Nota Editorial

Mas nesta crise da água não são só os elementos que falham.

Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 10 de Agosto de 2022 às 00:32
Seria sempre altamente improvável que a seca não acabasse por condicionar o consumo humano. Os dados sobre a escassez de água no Minho que hoje juntamos ao que já se conhecia sobre Trás-os-Montes e sobre muitas outras zonas do continente são preocupantes.

O fantasma da falta de água nas torneiras paira sobre o país. A acumulação na última década de vários anos de seca ou de chuva abaixo do normal tende a reduzir os caudais dos rios e as reservas das barragens.

Mas nesta crise da água não são só os elementos que falham. O défice de planeamento dos recursos hídricos, de forma a que possamos gerir a água de acordo com as necessidades de consumo humano, é um erro sério das sucessivas governações na era democrática.
Neste momento, pouco mais há a fazer do que esperar que chova. É fraco, como plano de ataque a um problema tão grave.
Minho Postal Trás-os-Montes política questões sociais
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