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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Carlos Rodrigues

Bilhete Postal

Desapareceu da face da Terra aquilo que se costuma chamar "jogar à Porto".

Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 15 de Setembro de 2022 às 00:32
Para quem se habitou a ver os jogadores do FC Porto lutarem até à exaustão, impressionou ver a debilidade da equipa. Uma coisa é o campeão português ser goleado pelo Bayern, Liverpool ou Real Madrid. Outra bem diferente é a demonstração de mediocridade frente ao simpático, porém frágil, Brugge.

Desapareceu da face da Terra aquilo que se costuma chamar "jogar à Porto", conceito mítico para a tribo do futebol lusitano. Décadas de comissões milionárias e de gestão ruinosa foram desnatando e encolhendo o dragão.

À crise desportiva do FC Porto soma-se agora a crise moral. Fenómenos de violência e de criminalidade, associados às claques, têm-se apropriado de forma abusiva do nome da instituição. O ataque selvagem ao treinador e à sua família é um perigoso passo rumo à implosão que ameaça o clube.
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