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Carlos Rodrigues

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Saída de três secretários de Estado do ministro da Economia marca um estilo de liderança que tem sido raro no governo de António Costa.

Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 30 de Novembro de 2022 às 00:33

A saída de 3 secretários de Estado do ministro da Economia marca um estilo de liderança que tem sido raro na governação de António Costa.

Comecemos pelo contexto. Os ajudantes de Costa e Silva cometeram o pecado capital de contestarem publicamente o chefe na questão da baixa do IRC. Terão sido induzidos em erro por se terem colocado do lado que julgaram ser o certo sob o ponto de vista do programa do PS e do primeiro-ministro. Foram apanhados em contrapé. Com esta remodelação de ontem, Roma volta a não pagar a traidores. A saída dos secretários de Estado representa para todos os efeitos uma afirmação de força do governante contestado pela sua equipa. A polémica deu um péssimo sinal do que pareceu, durante meses, uma total falta de autoridade do Estado.

Agora, Costa e Silva quis mostrar quem manda. Tudo indica que o chefe do Governo lhe deu cobertura. Fez bem.

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