Assunção Cristas

Líder do CDS-PP

Igualdade de género

14 de dezembro de 2017 às 00:30
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Há poucos temas que suscitem tanto interesse por parte dos mais jovens – em particular das mais jovens – do que a igualdade de género. Isso mesmo atestei na segunda-feira na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, onde me desloquei no contexto do programa ‘Parlamento Jovem’. De todos os anos em que participei este foi porventura o mais animado.

Quando falava e respondia às questões colocadas por alunas e alunos recordei- -lhes, por exemplo, que quando era estudante de Direito (não foi assim há tanto tempo!) havia uma única mulher doutorada em Direito em Lisboa e doutorou-se a primeira mulher em Direito na Universidade de Coimbra.

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Quando há quinze dias vimos pela primeira vez uma mulher, a Professora Maria Lúcia Amaral, tomar posse como Provedora de Justiça, acompanhada agora por outra mulher – Teresa Anjinho – e um homem – Joaquim Pedro Cardoso da Costa - como Provedores-Adjuntos, temos de sorrir e atestar que a pouco e pouco se vai fazendo o caminho.

E o que pudermos fazer para o acelerar é bom e positivo. Porque não é demais lembrar que em Portugal as mulheres ganham em média menos 20% do que os homens, despendem diariamente em casa mais 3 horas do que os homens em tarefas domésticas e estão ainda muito pouco representadas em cargos de liderança, seja nas empresas, na política, nas escolas e na academia.

Uma sociedade, constituída por mulheres e homens em partes sensivelmente iguais, funcionará melhor se essas mulheres e esses homens puderam trabalhar em conjunto a todos os níveis.

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Propostas de orçamento para Lisboa em 2018 

O CDS, como sempre, apresenta construtivamente a sua visão e propostas alternativas. Por essa razão, e em cumprimento do nosso compromisso com os lisboetas, apresentámos a extinção da taxa de proteção civil, bem como o aumento da devolução do IRS, de 2,5 para 3%, o alargamento da isenção de derrama para as empresas, e incentivos para particulares e empresas reduzirem a sua fatura de água e energia.

Por outro lado, propusemos a contratualização de vagas em creches dos setores social e privado, o reforço de verba para a higiene urbana e a redução em 50% das tarifas da EMEL para os residentes. Notámos ainda como a tão falada habitação continua a ser um parente pobre nas prioridades da Câmara.

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Caso Raríssimas: trapalhada no Governo

Estamos perante uma grande trapalhada, com contornos indefinidos, e que urge esclarecer. Demitido um secretário de Estado e a presidente da Associação, ficam salvaguardadas tantas e tantas instituições sociais e seus dirigentes por todo o País mas está por esclarecer a atuação ou não atuação pronta por parte do ministro Vieira da Silva. No CDS, aguardamos a resposta às várias perguntas já enviadas.

Noite de Lisboa: agir por antecipação

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Mais um caso de violência na noite de Lisboa, desta vez fatal, e a câmara municipal a intervir por reação. A mesma Câmara que declara ter poucos instrumentos ao seu dispor é a que, quando o tom de indignação sobe nas redes sociais, acaba por atuar. A verdade é que a autarquia tem várias ferramentas, dos horários à licença de recinto. Exige-se que fiscalize e esteja atenta às denuncias, para atuar antes e não depois.

Turismo em portugal e em Lisboa

Ganhar em seis das muitas categorias dos ‘óscares do turismo’, nomeadamente o melhor destino de país, a melhor pausa de fim de semana, para Lisboa ou o melhor destino de ilha, para a Madeira, é razão para orgulho, mas também para responsabilidades acrescidas no sentido da sustentabilidade do turismo e da sã convivência com os residentes. Garantir a segurança e associar o turismo à cultura são aspetos fundamentais.

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