Hoje mascaro-me de Juiz Neto de Moura. Andarei de beca, munido de Bíblia e moca com pregos. (Deu um trabalhão. Pregar pregos numa superfície curva é mais difícil do que numa parede. Rachei várias mocas até conseguir. O marido da adúltera é um javardo, mas é também um artista).
A minha mulher vai de juíza Arantes. É duplamente aterradora, porque também pratica o machismo, mas não é responsabilizada: só leu as minhas ordens na diagonal e cumpre-as pois confia no meu discernimento e suspende o seu.
Acusada de misoginia, identifica-se como vítima de misoginia. Só é sexista por ser alvo de sexismo.
Vamos distribuir acórdãos e meter medo. Uuuuuu!
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