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António Jaime Martins

Viva Portugal!

Tudo se deve ao talento e ao pragmatismo deste grupo de homens.

António Jaime Martins 13 de Julho de 2016 às 01:45
A campanha do Europeu constitui uma lição de como alcançar o sucesso. Trabalho. Humildade. Espírito de sacrifício. Mérito. Confiança inabalável em si própria, mesmo quando poucos a tinham. A verdade é que tirando Fernando Santos e os "seus" jogadores, poucos perspetivavam o sucesso da nossa seleção.

Os mais clarividentes apenas começaram por suspeitar quando no final da fase de grupos, ao cair do pano, o resultado da Islândia nos colocou fora do "grupo da morte" onde pontificavam França, Alemanha, Itália e Inglaterra. Tivemos a sorte do nosso lado. A sorte conquista-se.

Tudo o resto se deve ao talento e ao pragmatismo deste grupo de homens, comandado por um treinador com uma fé imperturbável no caminho que tinha que trilhar: "Já disse lá em casa que só volto no dia 11 de julho". Impressionante.

Jamais esquecerei a frase de Fernando Santos. Um líder nato. Seguido cegamente pelos seus discípulos. Quando aos 25 minutos o impensável aconteceu com a lesão que Payet infligiu sobre CR7, a maldição caiu sobre a seleção francesa.

Portugal agigantou-se e os franceses, atirados ao chão pela inviolável teimosia de Patrício, sofreram a estocada final aos pés do nosso herói, o inusitado Ederzito. Viva Portugal!
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