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António Magalhães

Emprestar para ajudar... e não complicar

Tema dos emprestados é recorrente. Proibir é o mais fácil.

António Magalhães 18 de Abril de 2015 às 00:30

Mais um dia em cheio na Liga e na luta pelo título. Benfica e FC Porto jogam hoje e desta vez à mesma hora. A marcação vai ser cerrada, ao minuto, sendo que o Benfica corre riscos maiores: joga no Restelo. Na primeira volta, o clássico suscitou polémica por causa dos jogadores emprestados (e até os que não estão…).

Assunto recorrente, do qual o FC Porto também não ficou imune ao longo da época, e que necessariamente terá de ser regulamentado: proibição total da utilização dos emprestados ou liberalização sem qualquer condicionante ou utilização sob determinadas condições?

Seja qual for a opção, é fundamental legislar sobre a matéria para tornar o jogo mais limpo e sobretudo todos saberem quais são as regras desse mesmo jogo que se pretende íntegro e acima de qualquer suspeita. A proibição pura e simples será a norma mais penalizadora (para jogadores, treinadores e para a competição), mas provavelmente só essa medida radical surtirá efeito num meio onde se usa e abusa de expedientes.

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