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António Magalhães

O complexo exercício de Vítor Pereira

Há um critério. Às vezes falta bom senso E qualidade, claro.

António Magalhães 14 de Março de 2015 às 00:30

A escolha de Soares Dias para o Benfica-Sp. Braga motivou o desagrado dos encarnados. Começa a ser difícil encontrar soluções para agradar a todos. Há dias, Vítor Pereira "abriu o jogo" e explicou no ‘Record’ o modelo que sustenta as nomeações dos árbitros. O líder do Conselho de Arbitragem apontou como critério fundamental o tratamento por igual de todos os clubes e de todos os árbitros. Bom ou mau, o critério existe.

Vítor Pereira gere um quadro de 24 árbitros para quase 800 jogos – em números redondos, 33 jogos para cada um. Além de respeitar princípios para uma avaliação justa, deve levar em conta variáveis como os momentos de forma dos árbitros, o grau de dificuldade dos encontros, as lesões, os jogos internacionais, os "vetos" (não existem mas… podem ser atos de bom senso). Faço, por isso, um esforço por compreender a dificuldade da operação que o presidente do CA tem de montar quando existem tantos constrangimentos e quando a qualidade e a competência não abundam. Tudo isto, numa época em que o melhor de todos (Pedro Proença) resolveu abandonar a meio.

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