Barra Cofina

Correio da Manhã

Colunistas
4
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

António Magalhães

O escudo que protege Vitória

É tempo de avaliar a resiliência de Luís Filipe Vieira

António Magalhães 19 de Dezembro de 2015 às 00:30
Resiliência. Eis uma palavra que se tornou moda no nosso vocabulário e que faz todo o sentido aplicar-se no mundo futebolístico, adequando-se com toda a propriedade ao momento do Benfica e sobretudo ao seu presidente, Luís Filipe Vieira.

Resiliência, ou a capacidade de resistir a situações de pressão, recuperando o estado normal, é aquilo que o líder benfiquista vai ter de demonstrar numa fase em que a contestação a Rui Vitória subiu (e muito) de tom depois do escorregão na Choupana. Desde o início da época que o pulsar do adepto benfiquista tem sido de constantes altos e baixos. Agora os índices de confiança estavam em crescimento, motivados pelo sucesso na Champions e pelas cinco vitórias consecutivas no campeonato.

A prova da fragilidade fica demonstrada no facto de o empate com o União logo ter aberto uma crise técnica. Quer isto dizer que Vieira vai ter de resistir e manter-se firme nas opções que tomou. Se a Madeira representar um percalço pontual, tudo voltará ao normal, ainda que a ilusão do ‘tri’ tenha sofrido abalo altamente comprometedor. Se porventura a este tropeção se juntar imediatamente outro, então, sim, o "escudo Vieira" pode ceder.

Desceu aos infernos e está de volta ao céu
Tem sido inevitável fazer associações entre "o Paulo Fonseca do FC Porto" e "o Rui Vitória do Benfica". O antigo técnico dos dragões reencontrou em Paços e agora em Braga a sua boa estrela e prova que é um ótimo treinador.
Benfica Luís Filipe Vieira Madeira Paulo Fonseca FC Porto Rui Vitória Benfica Paços Braga
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)