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António Magalhães

O mérito de quem faz as coisas acontecerem

Conquista do Euro também é parte da 'obra' de Fernando Gomes.

António Magalhães 16 de Julho de 2016 às 01:45
Sobram motivos para recordarmos com agrado o Euro 2016. A razão maior nem é preciso mencioná-la, por tão óbvia que é. É verdade que a competição pouco ou nada trouxe de novo em termos táticos, não proporcionou espetáculos inesquecíveis e não certificou grandes vantagens ao alargamento a 24 países, mas houve coisas (muito) boas, desde logo pela festa que se manteve viva durante o tempo que durou o Euro, pela surpresa de alguns resultados (inclusive do vencedor…) e pela revelação e afirmação de jogadores e treinadores a quem lhes faltava um palco desta dimensão para mostrarem o seu valor.

Neste Europeu português, já se falou de muitos heróis, mas tem faltado a palavra justa e merecida a quem muito contribui para este (e não só) sucesso e que prefere, por via da sua personalidade, manter-se mais na sombra do que sob os holofotes do êxito. Nas colunas do ‘Record’, tenho-lhe dedicado reconhecimento, está agora na altura de o fazer aqui.

Refiro-me a Fernando Gomes, o presidente da FPF, que entrou no segundo mandato e que dia após dia confirma a apetência para o lugar e sobretudo a vocação para fazer as coisas acontecerem. Os resultados desportivos estão à vista e a obra a nível de estruturas é igualmente notória com a construção da Cidade do Futebol e tudo o que mais lá se fará. Ronaldo, Pepe, Éder, Fernando Santos são heróis. Reconhecer que para além deles há uma máquina bem montada e que tem um grande líder é da mais elementar justiça.
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