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Armando Esteves Pereira

A fatura bancária

A fatura final dos sucessivos resgates bancários calha sempre aos mesmos.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 9 de Janeiro de 2017 às 01:46
Nunca acreditem quando um político garante que a intervenção pública num banco não vai ter custos para os contribuintes. De uma forma ou de outra, a fatura final dos sucessivos resgates bancários calha sempre aos mesmos. E não vai ficar por aqui.

Os fundos de rapina que estão na frente das negociações para o Novo Banco querem pagar barato, com o risco partilhado com o Estado. Os 4,9 mil milhões aplicados pelo fundo de resolução jamais serão recuperados.

Mas a linha vermelha tem mesmo de ser a venda sem reforço de mais dinheiro ou risco público no banco, porque caso contrário, mal por mal, a nacionalização é mesmo uma alternativa a considerar.
Novo Banco banca resgate contribuintes
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