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Correio da Manhã

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Armando Esteves Pereira

Comédia de costumes

Os gestores do BES e do Grupo Espírito Santo que já foram ao Parlamento dão uma confrangedora imagem do que se passava no grupo.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 23 de Dezembro de 2014 às 00:30

Ninguém sabia de nada, mas todos, com exceção do próprio, admitem que Salgado orquestrava tudo. Os outros gestores, quer os da família, quer os profissionais, recebiam chorudos salários, prémios milionários, mas nada sabiam do que se passava. É o caso de Joaquim Goes, que ontem disse aos deputados que a venda de papel comercial do GES escapou à administração do BES e não sabia do buraco do BESA. E Goes, que também era administrador do BES na PT, nada sabia sobre o crédito da telefónica ao GES. Se o assunto não fosse uma tragédia, seria uma comédia de costumes. 

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