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Armando Esteves Pereira

Crimes e fortunas

Na anatomia dos golpes que destruíram o BES há perplexidades que saltam aos olhos.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 28 de Outubro de 2014 às 00:31

Além dos crimes e erros de gestão, há a omissão das autoridades de supervisão, que não impediram o desastre. Atuaram demasiado tarde e não evitaram a tragédia. Como ontem lembrou Fernando Ulrich, o líder do BPI, em 2007, o BES tinha um empréstimo de 25 milhões de dólares (menos de 20 milhões de euros) no Banco Espírito Santo de Angola. Em 2008, essa linha subiu para mais de dois mil milhões de euros, "e foi subindo até mais de quatro mil milhões de euros". Essa montanha de dinheiro foi consumida por membros da elite de Angola e alguns comparsas lusos, que hoje ostentam fortunas branqueadas.

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