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Armando Esteves Pereira

Discussão urgente

Com dinheiro quase de borla na Europa, é absurdo pagar tanto pela dívida.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 29 de Abril de 2017 às 00:31
O peso excessivo da dívida pública é o maior calcanhar de Aquiles da economia portuguesa. Se não fossem os juros e os encargos, a situação das contas públicas estaria equilibrada e o Estado além de poder investir mais, poderia aliviar a gigantesca carga fiscal que já recai sobre as famílias e as empresas. Por isso é importante discutir a dívida e encontrar formas de aliviar o custo mastodôntico dos seus encargos.

Os juros já absorvem recursos semelhantes ao orçamento dos maiores ministérios, com funções sociais determinantes, como a Saúde e Educação.

A Europa que oferece aos bancos juros quase de borla deixa os Estados e os seus cidadãos pagarem juros quase usurários aos credores. Uma amnistia da dívida era impossível de concretizar, mas pode haver no âmbito europeu soluções que aliviem os Estados que libertem mais recursos para o crescimento económico. Pagar menos e durante mais tempo, principalmente às instituições europeias, é um bom passo. E essa batalha política tem de ser travada no âmbito europeu.
Saúde Educação Europa economia negócios e finanças economia (geral) macroeconomia
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