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Correio da Manhã

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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Armando Esteves Pereira

Promessas falhadas

Os sucessivos orçamentos têm-se baseado em cenários irreais.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 11 de Setembro de 2016 às 00:30
Se as boas intenções dos políticos, em matéria económica, tivessem forma de se materializar, este país não teria das economias mais estagnadas do Mundo. Estamos na segunda década perdida deste novo século e, se lermos os relatórios que sustentam a apresentação dos sucessivos Orçamento do Estado, vemos quadros, gráficos, curvas e previsões que quase nunca vieram a acontecer. Em cada ano, é desenhado um mundo novo que nunca é realizado, porque os políticos, além das frases ocas sem sentido, nunca se preocuparam realmente em criar as condições de reformar o Estado e debelar o maior de todos os males da economia portuguesa: o anémico crescimento.

O Estado, que absorve cada vez uma parcela maior da riqueza gerada, continua a ser uma sanguessuga dos rendimentos das famílias e das empresas com boas práticas, enquanto continua a engordar grupos de interesse que vivem à sombra dos privilégios e das rendas proporcionadas pelo Orçamento do Estado.

Pressão dos impostos
"Nada é mais certo neste Mundo do que a morte e os impostos", disse Benjamin Franklin. Adaptado este aforismo à realidade portuguesa, "nada é mais certo do que o aumento dos impostos."
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