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Bruno Figueiredo

Escola segura

O dinheiro do almoço é trocado por cigarros, álcool e ‘Placard’.

Bruno Figueiredo 3 de Outubro de 2016 às 00:30
O início do ano letivo é um período que exige a atenção da ASAE. A presença dos inspetores nas escolas e suas zonas envolventes deveria fazer-se sentir no imediato. É primordial assegurar, desde cedo, que os alimentos servidos aos alunos são seguros, que as instalações onde são confecionados cumprem os requisitos de higiene aplicáveis e que a sua manipulação se rege por boas práticas de segurança alimentar. Só em 2014, ano em que se registou o maior número de surtos de toxi-infeção alimentar, ocorreram 11 surtos em escolas, quase metade das ocorrências totais desse ano.

Paralelamente, as zonas envolventes às escolas são propícias à selvajaria negocial daqueles que se aproveitam da "autonomia financeira" de crianças e adolescentes. O dinheiro que se destinava ao almoço, com relativa facilidade é trocado por cigarros, álcool e apostas no ‘Placard’. Reforçar a presença da ASAE junto às escolas durante este período é crucial, pois poderá ter um importante efeito dissuasor sobre o eventual infrator.

Contudo, essa presença é fortemente condicionada pelo número de inspetores no ativo: 234 para largas centenas de estabelecimentos de ensino.

Faz lembrar os 300 Espartanos…
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