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Carlos Anjos

Crime global

Os criminosos estão em constante movimento.

Carlos Anjos 11 de Setembro de 2015 às 00:30
Nesta Europa sem fronteiras, os criminosos estão em constante movimento, dificultando o trabalho das polícias. Estas têm de estar mais alerta, dispor de melhores recursos e trabalhar melhor a informação e articulação com as congéneres europeias. Ocorreram recentemente dois casos em Portugal que mostram esta realidade.

Em Leiria, um cidadão brasileiro matou um homem a tiro, abandonando o local do crime numa viatura, encetando uma fuga. A PJ previu que ele tentasse a fuga para o Brasil. Perante a impossibilidade de apanhar um avião em Portugal, o normal seria ir para Madrid e dali embarcar para o Brasil. Acertou em cheio. A rapidez nas decisões e a boa cooperação policial possibilitou a detenção do presumível homicida em Madrid. Numa outra investigação, a PJ deteve dois italianos, suspeitos de terem assaltado 12 bancos na zona Norte, e de serem responsáveis por  crimes idênticos em Espanha. Eram donos de um respeitável currículo criminoso em Itália, de onde haviam desaparecido. Desinvestir na investigação e na PJ significa perder a guerra contra o crime.
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