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César Nogueira

Novo ciclo

Gestão de recursos não privilegia a operacionalidade.

César Nogueira 19 de Dezembro de 2015 às 00:30
A APG/GNR foi recebida pela ministra da Administração Interna no dia 15. Foram apresentadas as questões mais prementes e que transitaram da anterior legislatura sem solução.

Refiro-me, por exemplo, ao direito de transição para a reserva ao abrigo do regime transitório do Estatuto e que o DL 214-F/2015 veio clarificar, cuja aplicação tem sido ineficaz por ter entendido o Comando Geral indeferir os requerimentos apresentados, argumentando falta de efetivo. É o mesmo argumento usado para a não regulamentação do horário de referência.

Se há falta de efetivo é porque os ingressos são insuficientes, porque a gestão de recursos humanos não privilegia a operacionalidade. O desgaste da nossa profissão exige que se implemente um horário de trabalho com urgência e que a transição para a reserva, mesmo nos restantes casos, reflita essa realidade, prevendo-se os 55 anos de idade ou os 36 de serviço, sem que estes requisitos sejam cumulativos. O trabalho da ministra será árduo. Desejamos que a recetividade que demonstrou se materialize com medidas e continuidade do trabalho conjunto.
GNR Administração Interna APG Comando Geral
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