Almeida Henriques
Presidente da Câmara Municipal de ViseuPorque os partidos tradicionais precisam de uma renovação urgente de protagonistas e de causas, abrindo-se mais à sociedade e à sua participação; porque assistimos a uma fragmentação do velho sistema partidário, que exige mais capacidade de diálogo e de negociação (como prova à saciedade o encravanço político da vizinha Espanha); porque o Centro e a Direita atravessam em Portugal uma crise de representação, acentuada pelos resultados das últimas eleições legislativas; porque o PSD se tem de afirmar como verdadeira alternativa ao Partido Socialista, diferenciando-se deste com a credibilidade do seu legado de boa governação, mas também com os valores originais da social-democracia; porque o PS tomou conta da máquina do Estado, de forma despudorada, destinando à sua conveniência financiamentos públicos (e fundos comunitários); porque a sobrevivência da "Geringonça" acarreta riscos de radicalização ideológica e fratura social, mas também de demonização da diferença de opinião; porque a matriz reformista e humanista, progressista e europeísta, liberal e tolerante do PSD precisa de ser reabilitada em prol da coesão social e territorial do país; porque pequenos empresários e trabalhadores, funcionários públicos e agricultores se revêm numa tradição de investimento e de mobilidade social; porque a reforma do Estado centralista, gastador e esclerosado que temos não pode esperar mais; porque as assimetrias regionais continuaram a agravar-se, afundando mais o Interior; porque governar não pode ser a mera gestão do existente; porque a Política precisa de coragem e de visão para ser grande e popular; porque é nos tempos difíceis – como do recente resgate da bancarrota socialista – que se moldam personalidades; por tudo isto apoio e coloquei-me ao lado da candidatura de Luís Montenegro à liderança do PSD. O País precisa.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
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