O que conhecemos do Orçamento do Estado (OE) para 2020 deixa um sentimento de deceção profunda. Se é verdade que ser superavitário (e já não deficitário) é positivo, também é verdade que isso não é um valor em si. O OE é um instrumento de desenvolvimento de um País, não um fim em si mesmo. Serve uma visão de sociedade e de Estado, define uma linha de futuro, elege opções e apostas.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
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