O país foi novamente chamado a eleições antecipadas. No dia 18 de maio, vamos mais uma vez escolher quem nos vai governar nos próximos quatro anos, sem garantia alguma, porém, de que seja uma escolha capaz de durar os quatro anos da legislatura. Ninguém compreende a razão para andarmos constantemente nisto, sobretudo num período em que o calendário normal já previa a realização de eleições autárquicas no final do verão e poucos meses depois a eleição do Presidente da República. Podemos questionar-nos sobre as razões para os últimos três governos não terem sido capazes de levar os seus mandatos até ao fim: encontraremos três respostas diferentes. Em 2021, o segundo governo de António Costa caiu porque os partidos da oposição o quiseram derrubar e juntaram os votos para rejeitar o Orçamento do Estado (PSD, CDS, Chega, BE e PCP, todos sabiam o que estavam a fazer e fizeram-no conscientemente).
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