Nas últimas décadas ocorreu no Ocidente uma revolução político-social, ocultada pelos politólogos, que explica a actual radicalização, oposta à do século XX. Hoje a burguesia é de "esquerda". Abandonou os trabalhadores e os desfavorecidos – adeus, tempos áureos da social-democracia e do socialismo democrático. A partir de Tony Blair, a ‘esquerda’ conluiou-se com o grande capital, as empresas gigantes, aderiu à globalização sem freios, favoreceu a nova burguesia dos serviços nas grandes cidades, desprotegeu a economia local e nacional. O ‘neoliberalismo’ foi, em parte, obra da ‘esquerda’. Ficou sem causas sociais, impôs as ‘fracturantes’ (do seu eleitorado burguês), que dizem zero aos pobres e desfavorecidos. A agenda ‘fracturante’ do BE exemplifica esta burguesia que nada tem a dar ao povo.
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