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Eduardo Cintra Torres

Marcelo degrada o poder da palavra

Revelava mais sentido de Estado quando era comentador televisivo e não era presidente do que agora.

Eduardo Cintra Torres 20 de Novembro de 2022 às 00:30
Nem sempre se deve dar importância excessiva a palavras mal ditas. O presidente da República disse para esquecermos as violações dos direitos humanos no Catar logo depois e logo antes de ter dito que essa realidade é criticável. A questão é que, além de ter dito “mas esqueçamos isso”, na ânsia de falar, o presidente não mediu as palavras, que é algo que se exige a um chefe de Estado: que use o poder da palavra de modo a que a palavra valha, seja ouvida, seja entendida, seja valorizada — e seja respeitada.



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