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Correio da Manhã

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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Eduardo Cintra Torres

Valha-nos o Bruno Aleixo

O insolente chico-esperto regressa à SIC Radical. O boneco parado é o mais improvável e o melhor programa de comédia da televisão portuguesa.

Eduardo Cintra Torres 5 de Maio de 2017 às 00:30





















O melhor humor português regressou à televisão: ‘Aleixo PSI’ (SIC R) radica a sua força nos textos e nas vozes, em especial nas de Bruno Aleixo e Bussaco. A insolência infantil do protagonista é desconcertante, por isso inesperada, por isso bem-vinda.






















Egoísta, convencido, chico-esperto, Aleixo fala das coisas mais comezinhas do quotidiano com uma força criativa e imaginativa que deixa a milhas outros programas nacionais de humor. É o único programa português de humor que me arranca gargalhadas.
























Os ‘Simpsons’ completaram 30 anos. É a mais duradoura série de sempre e uma das mais influentes na história da cultura popular. Protagonizada por uma família da classe operária, bate em humor toda a concorrência no segmento das comédias de situação.
























A Juventude Centrista usou sem autorização e manipulou sem autorização uma foto de Alfredo Cunha. Um duplo desrespeito dos direitos de autor e da ética. Pior foi, depois, justificar demagogicamente dizendo que a foto é de todos. Não é, é do seu autor.























Os operadores de câmara tomam em conta as dimensões do ecrã mas não as dimensões do espaço disponível sem os rodapés. O objecto da atenção fica amiúde, como neste caso, escondido pelo rodapé. Deveriam chegar a acordo nas redacções sobre isto, não?


























Claques adversárias da bola combinam cenas de porrada entre si. São "machos" que libertam as frustrações tendo a bola como pretexto. Mas, já agora, podiam andar à porrada longe do centro da cidade, para não nos incomodar. E procurem não se matar, ok?

TENDÊNCIAS 
Controlo
A reportagem exemplar ‘Quando a Tropa Mandou na RTP’, de Jacinto Godinho (RTP 1), retratou fielmente o controlo político da TV única entre 1974 e 76, com excelentes testemunhos de civis e militares e imagens da época. No final, Ramalho Eanes disse que "não houve nenhum partido que não quisesse instrumentalizar a RTP". Destacou-se o PCP, que até um plano para o assalto militar do Lumiar tinha. 

Liberdade
Centenas de milhares de espectadores recorrem às gravações automáticas ou outras para ver programas que passaram no dia ou nos sete dias anteriores. Esta liberdade de se ver quando se quer aumenta a posteriori a audiência tanto do cabo (mais 78 mil em média por dia) como dos generalistas (mais 52 mil). O visionamento diferido representa 1,3% da audiência total de TV em 2017. n 
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