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F. Falcão-Machado

Nobel

O Prémio Nobel é um dos mais antigos e prestigiados galardões mundiais.

F. Falcão-Machado 14 de Outubro de 2016 às 00:30
Os primeiros dias do mês de outubro são todos os anos agitados pelo anúncio dos nomes das personalidades laureadas com os Prémios Nobel. E boas razões há para tanto, dado que o Prémio Nobel é um dos mais antigos e prestigiados galardões mundiais atribuídos àqueles que se distinguem pelas suas descobertas ou iniciativas no campo científico, cultural ou humanitário. Este prémio foi instituído pelo engenheiro sueco Alfred Nobel, o inventor da dinamite, guiado talvez pelo remorso dos efeitos devastadores que a sua criação produzira entre o género humano.

Este ano, e dentro de uma certa linha de continuidade, parte das personalidades premiadas vieram do mundo anglo-saxónico onde, de facto, o nível da investigação científica é elevado. As razões da atribuição do Nobel da Paz ao presidente colombiano José Manuel Santos tão-pouco são difíceis de entender tendo em conta não só os esforços que desenvolveu para negociar a paz com uma guerrilha com longo empenhamento na luta, mas também as resistências internas que teve de enfrentar. Mais inusitado foi, porém, o atraso do anúncio do Nobel da Literatura, devido, ao que consta, a desinteligências no seio do respetivo comité.
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