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F. Falcão-Machado

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Intervenções públicas de Trump não se afastaram muito do habitual.
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Por F. Falcão-Machado |26.05.17
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Ainda é cedo para se tirarem conclusões da primeira viagem que Donald Trump efetuou ao estrangeiro na qualidade de presidente dos Estados Unidos. De facto, nada ocorreu que não estivesse previsto, tanto mais que o tom das intervenções públicas não se afastou muito do que tem sido habitual noutras visitas de estadistas norte-americanos.

Na Arábia Saudita Trump concluiu negócios de dimensão apreciável que fazem recordar a máxima da antiga Roma de que "se queres a paz, prepara-te para a guerra". Esperemos que assim suceda. Mais delicada foi a passagem por Israel e pela Palestina onde foi notório um esforço de a todos agradar e que pelo menos não provocou retrocessos.

Depois, uma breve visita ao papa Francisco cujas imagens pareciam refletir um ambiente contido em que o chefe da Igreja ter-se-á limitado a lembrar as suas ideias quanto aos muros, aos refugiados e à defesa do meio-ambiente.

Seguiu-se o encontro com os líderes da NATO onde Trump insistiu na sua já conhecida proposta de uma melhor repartição dos custos da organização.

Finalmente, a reunião do G7 cujos detalhes técnicos cederam passo às preocupações com o terrorismo transnacional. Missão cumprida!
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