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Fernanda Cachão

O 1 de abril de Costa

O tirocínio de António Costa começou no dia das mentiras.

Fernanda Cachão 3 de Abril de 2015 às 00:30

O tirocínio de António Costa começou no dia das mentiras. Dia 1 de Abril abandonou a presidência da câmara que pediu aos lisboetas, para começar a campanha alegre para São Bento. Lisboa tem agora como presidente um tal de Fernando Medina. Conhecem? É natural. Não votaram nele.

No dia das mentiras, o salão nobre dos Paços do Concelho encheu-se de gente para a despedida – a partir de agora, o nome de Costa pode ficar junto ao de presidentes como Jorge Sampaio, que também deixou a autarquia, mas para se candidatar a Belém em 1996 ou de Pedro Santana Lopes que deixou Lisboa para ser primeiro-ministro após a renúncia de Durão Barroso. Santana foi chamado por Sampaio para chefiar o governo por demissão de Durão, que nesse ano de 2004 assumiu a presidência da Comissão Europeia. Já estão zonzos?

Seguiu-se então Carmona Rodrigues para Santana poder ir para São Bento um ano, até Sampaio dissolver a assembleia. Candidatou-se Pedro nas legislativas e foi derrotado por José Sócrates. O resto é a história que sabemos.

Já Lisboa parece aquela que abre sempre a porta ao homem errado.

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