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Francisco José Viegas

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A ideia de felicidade é, na história humana, um subproduto recente, do século XVIII.

Francisco José Viegas 31 de Julho de 2015 às 00:30
A ideia de felicidade é, na história humana, um subproduto recente, do século XVIII. Existe mesmo um Instituto da Felicidade, uma criação dinamarquesa que analisa o ‘índice de felicidade médio’ de uma série de países – cujo ranking aparece periodicamente nos jornais, acompanhado de comentários risíveis e inócuos sobre o tema. Excesso de racionalismo? Ou só uma nova área de negócio para comentadores de sociologia banal? Cada um de nós tem uma ideia sobre o assunto: uma certa plenitude, saúde, boa relação com o mundo, bem-estar económico. A ideia de que a felicidade pode ser garantida pelas Nações Unidas ou pela fortuna das nações é atrevida e falha de sentido. Os liberais do século XIX tinham uma fórmula sábia: não se podia garantir a felicidade, mas a busca da felicidade. É isso que faz sentido.
felicidade Instituto da Felicidade Nações Unidas
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