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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Francisco José Viegas

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O râguebi, ao contrário de outros jogos com bola, privilegia a honestidade e a estratégia, além da força.

Francisco José Viegas 21 de Setembro de 2015 às 00:30
Foi um fim de semana tranquilo, bom para terminar a leitura de um romance. Pelo meio, a felicidade de ter começado o campeonato do mundo de râguebi. Se não viu nenhum dos jogos foi pena, porque houve grandes momentos – desde logo, o jogo de abertura, Inglaterra contra as Fiji em jogo disputado.

No sábado, vi a Irlanda bater o Canadá (óbvio) e o inesperado Japão (que grandes lutadores) vencer a África do Sul nos últimos minutos, e ainda tive tempo para ir ao estádio ver um "amigável" Cascais-Belenenses. Ontem (além da punição dos EUA por Samoa), o jogo grande opunha a Argentina aos All-Blacks: fúria e talento.

O râguebi, ao contrário de outros jogos com bola, privilegia a honestidade e a estratégia, além da força – não da violência. É mais literário do que o futebol; um ensaio de râguebi é como meio volume do ‘Guerra e Paz’.

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Depois de ‘Departamento de Especulações’, de Jenny Offill, uma pérola, a Relógio d’Água publica ‘O Livro das Estranhas Coisas Novas’, de Michel Faber, outro romance sobre intimidade, fé, religião e invisível.
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