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Francisco José Viegas

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A Organização Mundial de Saúde é responsável por sucessivas e recorrentes ondas de pânico.

Francisco José Viegas 28 de Outubro de 2015 às 00:30
A Organização Mundial de Saúde é responsável por sucessivas e recorrentes ondas de pânico (há tempos ameaçava matar-nos com gripe) e não se dá conta de que cada declaração sua é um estado de alerta e, ao mesmo tempo, uma confirmação de banalidades.

Primeiro, a imprensa fez o favor de nos anunciar que a "carne processada" era cancerígena; depois, em galope, o estado de alerta aumentou até ao bife – toda a carne vermelha mata. Resultado? Pânico – e indiferença (a vida é um risco).

Veio então outra declaração: não, o que é preciso é consumir menos bacon, menos enchidos e menos carne vermelha e comer mais legumes, mais fruta, mais peixe e mais feijão. Já sabíamos.

Há séculos que é esse o regime alimentar da ponta ocidental da Europa (nós), do Mediterrâneo e de certas regiões da Ásia e de África. Sim, não é a dieta americana e do centro da Europa – onde a alimentação se transformou numa paranoia suicida e num negócio brutal capaz de viciar até relatórios como este.
Organização Mundial de Saúde carne processada cancerígena alimentação
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