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Francisco José Viegas

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Em várias zonas de Birmingham e de Londres há lojas que vetam a entrada ou o serviço a clientes não muçulmanos.

Francisco José Viegas 19 de Novembro de 2015 às 00:30
Em várias zonas de Birmingham e de Londres há lojas que, diante da permissividade das autoridades, vetam a entrada ou o serviço a clientes não muçulmanos, gente ‘haraam’.

No sábado passado, a inglesa April Major, 43 anos, proprietária de um salão de beleza, foi em sentido contrário: decidiu por sua conta e risco "não aceitar marcações de gente da fé islâmica" ("anyone from the Islamic faith"), como escreveu no Facebook, essa fábrica de coisas estapafúrdias.

A polícia de Thames Valley, no Oxfordshire, prendeu-a no dia seguinte, domingo – sob a acusação de ter cometido um crime de natureza racial; não por se ter recusado a aceitar muçulmanos (a loja estava fechada), mas por ter publicado um post que provocou "alarme social". Muito bem. Pena que, antes dos atentados, as autoridades tenham protegido muçulmanos racistas por bem pior.
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