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Francisco José Viegas

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Lendo os jornais, vendo a televisão, a Páscoa é sobretudo a possibilidade de três ou quatro dias de férias.

Francisco José Viegas 3 de Abril de 2015 às 00:30

Lendo os jornais, vendo a televisão, a Páscoa é sobretudo a possibilidade de três ou quatro dias de férias. O Algarve está cheio e há um apetite por boas temperaturas – a publicidade fala de ovos de Páscoa e chocolate.

Da "velha Páscoa" há poucas notícias, e a opinião geral, muito laica e moderna, vai assumindo um horror profundo ao significado original das coisas e das datas.

Jesus Cristo celebrava a Páscoa judaica, Pessah, "a passagem", assinalando a libertação dos escravos hebreus do Egito. Nesse tempo, Deus fazia escolhas severas, cheias de sangue, espalhando pragas e castigando os seus inimigos.

A Páscoa cristã incorporava dois dias de sofrimento e um de ressurreição para a eternidade – o mistério em que assentava a fé. Hoje, nem mistério nem eternidade. Apenas uma ignorância abissal que passa pelo mundo.

Citação do dia

"É espantoso como tudo falha no apuramento das eleições da Madeira e nada acontece"

Eduardo Dâmaso, ontem, no CM

Sugestão do dia
Certamente que tem uma dimensão académica, mas ‘Jorge de Sena: Uma Ideia de Teatro’, de Eugénia Vasques (Guimarães Editores) é uma aproximação profunda e séria a uma das áreas em que Sena também teve intervenção. 

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