Barra Cofina

Correio da Manhã

Colunistas
9
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Francisco José Viegas

Contagem decrescente

Fernando Santos é um maestro que não intranquiliza a sua orquestra.

Francisco José Viegas 4 de Junho de 2016 às 00:30
Depois da Noruega e da Inglaterra, uma das coisas óbvias é dizer que se tratam apenas de jogos de preparação, que não contam e servem apenas para que treinadores e equipas percebam o seu nível competitivo, estabeleçam mecânicas no campo, e acabem por criar laços com os adeptos.

Tudo isso é verdade, tal como o golo de Quaresma (lição de geometria não-euclidiana), de Raphäel Guerreiro (obra de um instrumentista afinado) e Éder (prova de que há ressurreições), ou o golpe do Chuck Norris da Póvoa de Varzim.

É a primeira vez, há muito tempo, que tudo isto resume um estado generalizado de apoio à seleção. O mérito é de Fernando Santos, que se revelou um homem tranquilo na função e um maestro que não intranquiliza a sua orquestra.
Francisco José Viegas opinião Noruega Inglaterra Quaresma Raphäel Guerreiro Éder
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)