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Francisco José Viegas

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A história de Billy Wilder é a do prazer que nos concedeu a ver os seus filmes.

Francisco José Viegas 23 de Junho de 2016 às 01:45
Austríaco, foi para a América depois de o nazismo tomar conta da Europa. Oito nomeações para o Óscar de melhor realizador e oito para o melhor argumento. Arrecadou cinco.

A história de Billy Wilder (1906-2002) é a do prazer que nos concedeu a ver os seus filmes. ‘Double Indemnity’ (1944) no topo, naturalmente, e ‘Quanto Mais Quente Melhor’ (1959), o luxo de ter Marilyn ao lado de Tony Curtis e Jack Lemonn.

A lista fica incompleta sem ‘Crepúsculo dos Deuses’ (1950), maravilhoso, incandescente, o dramático ‘Foreign Affairs’ (1948), o curioso ‘A Vida Íntima de Sherlock Holmes’, ou o cómico ‘O Apartamento’ (1960).

Uma das grandes imagens de Marilyn deve-se a Wilder, que fazia filmes sérios como se estivesse a brincar com o próprio cinema. Nunca esqueceu o essencial: "Se queres dizer a verdade, sê divertido ou dão cabo de ti." Faria hoje 110 anos.
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