Barra Cofina

Correio da Manhã

Colunistas
6
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Francisco José Viegas

Blog

Robôs são produtivos, não pensam e só consomem energia. Ao contrário dos humanos, fonte de problemas.

Francisco José Viegas 13 de Julho de 2016 às 01:45
O assunto foi, até aqui, matéria para combate entre utopias e distopias – aqueles que pintam o futuro com as cores alegres da felicidade futura, e os que preveem tempos mais negros.

As utopias ganham sempre espaço; ninguém quer ouvir falar de desgraças; mas devíamos prestar atenção às distopias, mesmo as mais desagradáveis (até porque, ensina-nos a história, não há utopia que não acabe em desastre).

Por exemplo, a robotização. Ultimamente tenho prestado atenção a artigos sobre a robotização e o fim da democracia, publicados nos EUA, Alemanha ou Inglaterra.

Com a crescente utilização de robôs, têm desaparecido empregos – e cada vez mais tarefas são entregues a máquinas capazes de atender nas lojas, conduzir carros, empacotar produtos, limpar casas, cobrar portagens ou de dar conselhos médicos.

O espetro alarga-se e deixa marginalizada uma faixa cada vez maior da população, da tradicional classe operária até boas franjas da classe média. Robôs são produtivos, não pensam e só consomem energia. Ao contrário dos humanos, fonte de problemas.
EUA Alemanha Inglaterra robotização emprego
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)