Barra Cofina

Correio da Manhã

Colunistas
7
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Francisco José Viegas

Blog

A Autoridade Palestiniana iniciou uma campanha contra António Guterres.

Francisco José Viegas 1 de Fevereiro de 2017 às 00:30
A Autoridade Palestiniana iniciou uma campanha contra António Guterres porque o secretário-geral da ONU disse que o Monte do Templo de Jerusalém era um lugar sagrado judeu destruído pelos romanos – independentemente de hoje Jerusalém ser "sagrada" para três religiões.

Os muçulmanos não aceitam a existência, histórica, do Templo de Salomão. Primeiro, porque sobre os seus despojos, que designam Al-Haram ash-Sharif, edificaram a mesquita de al-Aqsa (séc. VII), lugar central no Islão. Em segundo, porque preferem não ter um Estado palestiniano do que reconhecer o de Israel.

A destruição do templo pelos romanos afastou os judeus (até 1967) do contacto com o Muro das Lamentações, que o ocupante jordano tinha transformado numa lixeira humilhante. Recentemente, a UNESCO (agremiação da ONU onde a parvoíce tem acesso livre) decidiu, para contentar muçulmanos e palestinianos, que o lugar era "islâmico", ignorando evidências históricas. Guterres é vítima dessa falsificação lunática (um momento de ‘pós-verdade’) que a UNESCO comandou com insensatez.

--------

Citação do dia
"Esperar que as vítimas, em pânico, tenham frieza, é no mínimo ridículo", Manuel Maria Rodrigues, ontem, no CM

Sugestão do dia: Shakespeare
A Relógio d’Água lança três peças de Shakespeare (1564- -1616), um ano após o IV Centenário da sua morte: ‘Timão de Atenas’, ‘Tito Andrónico’ e  ‘O Rei Lear’. Eterno, Shakespeare interroga-nos sempre.
Autoridade Palestiniana António Guterres ONU Monte do Templo Jerusalém Muro das Lamentações UNESCO
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)