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Francisco José Viegas

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Foram apresentadas as linhas gerais do novo Plano Nacional de Leitura.

Francisco José Viegas 26 de Abril de 2017 às 00:30
Foram apresentadas as linhas gerais do novo Plano Nacional de Leitura, agora com piscadelas de olho ‘ao digital’ – e tanto a apaixonante Teresa Calçada, que foi responsável pelas bibliotecas escolares e agora dirigirá o PNL, como o primeiro-ministro teceram loas aos benefícios que a leitura prodigaliza.

Quem não os conhece, nem que seja por ouvir dizer? Lamento discordar no que diz respeito à leitura como porta aberta para ‘a cidadania inclusiva’ e lamento não ser otimista acerca do futuro. A leitura será – infelizmente – uma das chamadas ‘práticas minoritárias’.

Não pode concorrer com ‘o digital’, nem com a TV ou com o hip hop. Nas regras que São Bento escreveu para a sua ordem, no séc. VI, contava-se a ‘obrigação de ler’. Não o ‘direito à leitura’ mas a ‘obrigação’, física e moral, para não cair na ‘acédia’.

Foi também isso que permitiu que ‘o livro’ sobrevivesse até hoje, se me faço entender.

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