Por Francisco José Viegas|10.07.16
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A França – a França profunda, em multidão, apanhada em ligeira vantagem – não aprende nada, não melhorou nada desde o Antigo Regime. Essa França de ontem e de hoje é uma bolha de vaidade, racismo e impertinência arrogante.

Depois do "treinador histórico do Auxerre" (uma expressão que dá vontade de rir), foi a vez de um "histórico jogador" da seleção local, Jérôme Rothen, se rir da seleção portuguesa (William e Danilo "não sabem fazer uma transversal de 30 metros").

Já não falo de uma casa de apostas irlandesa (a Irlanda, que é boa de bebida e má, péssima, de futebol) que pede à França que faça verter lágrimas salgadas de Portugal e de Ronaldo. De um lado, o imperialismo francês, do outro, o provincianismo bacoco irlandês. Estamos no bom caminho.
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