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Francisco José Viegas

Podia ser melhor

Golaço de Payet não atinge a dimensão do de Quaresma.

Francisco José Viegas 11 de Junho de 2016 às 00:30
Interrogava-me sobre o que impedia uma seleção que tem Sagna, Rami, Pogba, Griezmann, Coman, Payet ou Martial de dominar um jogo em que a meridiana adversária se chama Sapunaru, com o que isso tem de mau. Por isso, perdi o golo de Payet, em direto: segundos antes mudei de canal para ver, em diferido, o primeiro do México (de Chicharito, com aplausos de Corona, Layún e Herrera, um dos homens menos bonitos do mundo) contra a Jamaica.

Tive oportunidade de me penitenciar e de ver várias vezes o canhão de Payet. Após um jogo médio-menos (dois golos desconsolados), Payet reabilitou-nos para o futebol. Que golaço – embora não atinja a dimensão do de Quaresma à Noruega, o que significa que podemos fazer sempre melhor, rapazes. 
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