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Francisco José Viegas

Uma arte terrível

Agustina prolongou o uso da ironia, do barroco e da sabedoria.

Francisco José Viegas 4 de Junho de 2019 às 00:30
Os tempos de hoje não vão bem com o que Agustina sempre foi: uma romancista anárquica e despropositada, intuitiva e indisciplinada, tanto meditando sobre as penumbras do poder como sobre as mulheres do vale do Douro, perdendo personagens a meio de uma narrativa, escrevendo pura poesia em prosa.

Isso só foi possível porque a autora de ‘Os Meninos de Oiro’ (retrato nunca ultrapassado sobre esse Portugal inaugurado em 1974, uma espécie de "libertinagem que redundou em exibicionismo") foi uma mulher livre e que pôde escrever sem dever nem ordem: escreveu como quis;



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