Com os play-off que vão atribuir as últimas vagas, estamos um passo mais perto da fase final do Mundial 2026, que será uma incógnita por vários motivos. Desde logo, como vimos no ano passado no Mundial de Clubes, o risco de jogos interrompidos durante horas devido a trovoadas é uma variável para a qual os selecionadores terão de estar preparados. Depois, a irascibilidade de Donald Trump ameaça virar os holofotes para o que se passa fora de campo e promete ser um pesadelo logístico para qualquer estrangeiro que queira ver a prova ao vivo. Dentro do relvado, o alargamento da competição para 48 seleções, com mais uma ronda a eliminar (os 16 avos de final), poderá afetar a forma como as equipas abordam a fase de grupos. Em 2016, no primeiro Europeu com 24 equipas em vez de 16, Portugal pareceu começar mal, com três empates que lhe valeram o 3.º lugar do grupo, e depois conquistou a competição. Veremos o que acontece este ano.
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