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João Pereira Coutinho

Bons partidos

Fundar um partido é a única forma de escapar à austeridade.

João Pereira Coutinho 25 de Setembro de 2016 às 00:30
Um estudo internacional olhou para 19 democracias e chegou à conclusão que os nossos partidos políticos são dos mais ricos que existem. Pergunta: será que os cortes nas subvenções devem ser mantidos? Mais: será que devem ser permanentes, como defende Luís Montenegro?

Sem falar do IMI. Será que os partidos devem pagar o imposto, como afirma Assunção Cristas? Instintivamente, diria que sim: quem gosta de rapar o pecúlio dos outros também devia contribuir para a caixa das esmolas. Mas depois, pensando melhor, tenho dúvidas.

A economia não cresce. O investimento não existe. A classe média vive com a cabeça no cepo. E a emigração não é para qualquer um. Fundar um partido sempre era uma saída possível para enriquecer à sombra do Estado e não pagar um tostão pelo património.

O Governo e a Oposição devem pensar duas vezes antes de acabarem com estes ‘offshores’ democráticos.
Luís Montenegro Assunção Cristas Governo política partidos e movimentos economia negócios e finanças
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