Por João Pereira Coutinho|14.02.16
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Nesta vida só existem duas certezas: os impostos e a morte. Em Portugal, é possível acrescentar as cheias. Todos os anos, lá encontramos o mesmo cenário de ruína, com cidades submersas e uma parte do país em pânico. Seria de esperar que, em 2016, ‘autoridades’ nacionais e locais já tivessem aprendido a lição, prevenindo o caos com limpeza e infraestruturas. Mas também é possível que as ‘autoridades’ pensem simplesmente: para o ano não haverá nada disto.

2. O título desta coluna, ‘Nação Valente’, foi usado há anos por Rui Pego em crónicas radiofónicas. Informação dele. Desconhecia. No meu caso, a inspiração veio do hino. Ainda pensei em ‘O Esplendor de Portugal’, mas Lobo Antunes chegou lá primeiro. Ironicamente, Rui Pego chegou em segundo, com outro programa de rádio. Só espero que os descendentes de Lopes de Mendonça, o poeta do hino, não peçam direitos a mim, a Pego e a Antunes.
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