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João Vaz

Luzes de Natal

O facto de se festejar constitui por si mesmo motivo de alegria e otimismo.

João Vaz 24 de Dezembro de 2017 às 00:30
O facto de se festejar constitui por si mesmo motivo de alegria e otimismo. Que além disso, o Natal surja associado a manifestações de solidariedade e preocupação com os mais desprotegidos e necessitados torna a data um aconchego para o coração.

Existe o desejo especial de as pessoas se encontrarem, fazem-se viagens longas e difíceis para abraçar familiares e na hora de comer o bacalhau, ou outro prato tradicional da consoada, a conversa à volta da mesa junta saudades e votos de felicidade.

É redentor o sentimento com que gostamos de festejar o Natal. A ideia de um Deus Menino nascido numa gruta torna a humildade resplandecente.

O Papa Francisco costuma destacar a ação de Maria, que soube "transformar uma gruta de animais numa casa para Jesus com alguns panos e uma montanha de ternura". Mas há luz por todo o lado: nas estrelas que brilham sobre os presépios e nas iluminações cintilantes que alegram as casas.

As luzes iluminam o melhor de nós próprios. Tornamo-nos afáveis para toda a gente, enchemos os outros de presentes e guardamos no nosso íntimo uma emoção mágica que nos faz adeptos da paz e do amor.

Obrigado, Natal.
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