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João Vaz

Pensar remédio

Os últimos sintomas de doença são o sufoco da Caixa.

João Vaz 19 de Junho de 2016 às 00:30
Os últimos sintomas de doença são o sufoco da Caixa, a necessitar de recapitalização, e a ansiedade por causa do risco de sanções da UE, devido a défice excessivo. No médico imaginário que trata da economia e finanças, os portugueses queixam-se sobretudo das dificuldades da vida, que queriam ver aliviadas.

O diagnóstico está feito: o aperto das dívidas – do Estado, das empresas e das famílias – dificulta o crescimento, com todas as suas más consequências. O busílis continua a ser o tratamento: há uma resistência à mudança eficaz que propala vias originais à portuguesa, apesar de não nos distinguirmos, nos tempos atuais, pela investigação e inovação.

Estes dias em que o Sol atinge o zénite sobre as nossas cabeças aclaram as realidades: os países hoje campeões da vida melhor já foram pobres e alfobres de emigração e só mudaram seguindo práticas de êxito. Como Obama alertou este ano em Cuba e Pedro, O Grande fez há três séculos na Rússia, os líderes e governados devem copiar apostas que dão bons resultados. Foi assim que o czar russo ergueu uma cidade sobre pântanos onde antes todos os projetos se afundavam.
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